agualeve @ 22:58

Ter, 08/04/08


 

Dentro de nós, escondidos atrás dos gestos e palavras, existem sentimentos que muitas vezes não conhecemos não sabemos qual a extensão das suas raízes nem a razão da sua origem. Assim como muitos de nós, Siddartha sai à procura do seu caminho e da harmonia interior.


O autor, Hermann Hesse, nasceu em 1877, em Calw (Alemanha), filho de missionários protestantes. Cedo entra em choque com os pais, que queriam o filho pastor; não se submete à disciplina da escola e foge para a Suíça onde adquire a nacionalidade suiça em 1923.



agualeve @ 22:53

Ter, 08/04/08

Trabalhos inéditos de Julião Sarmento que inauguram uma nova fase de criação. Até 3 de Maio na Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa.
 

 


 

A novidade destas pinturas de Julião Sarmento prende-se com o facto de não utilizarem elementos figurativos, tão habituais na sua obra, mas sim manchas de cor que se relacionam com o uso da linguagem - legendas, excertos precisos de textos, escolhidos minuciosamente pelo autor. 



agualeve @ 22:41

Ter, 08/04/08

O executivo multimilionário Edward Cole (Jack Nicholson) e o mecânico Carter Chambers (Morgan Freeman) vivem em mundos muito diferentes, mas, numa reviravolta do destino, os seus destinos cruzam-se. Estavam num quarto de hospital quando descobriram ter duas coisas em comum: o desejo de gastar o tempo que lhes resta a fazer tudo aquilo que sempre desejaram e a necessidade inconsciente de se aceitar tal como são. Juntos embarcam numa viagem única, tornando-se amigos e aprendendo a viver a vida no seu melhor, com sensatez e humor.


O prazer de ver juntos dois magníficos actores: JACK NICHOLSON e MORGAN FREEMAN.


"Nunca É Tarde Demais", filme de Rob Reiner
com Jack Nicholson, Morgan Freeman, Sean Hayes, Beverly Todd, Rob Morrow, MaShae Alderman, Verda Bridges e Lauren Cohn
(Estados Unidos 2007)

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agualeve @ 22:29

Ter, 08/04/08


A sugestão é também a oportunidade de rever Sérgio Goidinho de regresso aos palcos (do teatro), o tema é actual e encerra a dicotomia do personagem que se interroga, vive e procura a vida no que ela encerra de descoberta dos lugares que nos cercam. De novo pais e de novo filhos: Américo é o pai, doente e solitário; Vítor, o seu filho, casado com Gabriela, que o deixa para partir em viagem. Patrícia, a irmã de Gabriela, vive na casa da infância, vazia, agora que os pais morreram. Gustavo regressou depois de vinte anos fora do país e procura uma casa onde ficar e o pai que já há muito não via. Mas encontra apenas Vânia, a sua meia-irmã, que está ainda no princípio. E por último Mário, que trabalha como estafeta para uma florista incompetente que se engana sucessivamente na morada dos clientes. Sete personagens deambulam pelas suas histórias e cruzam-se umas com as outras, numa teia irregular e esburacada que a todos une. Gente que entra e sai numa cidade onde muita coisa se esconde ou não se vê, onde as ruas ficam desertas à noite e por onde passa um comboio que não se sabe para onde vai. Desencontros, partidas e abandonos. Uma peça sobre a morte, sim, o escuro, claro, mas também sobre a distância, o regresso, o esquecimento e a procura de uma morada.



agualeve @ 22:13

Ter, 08/04/08


Trazer à Palavra A Política, na eventualidade “de uma leitura dos acontecimentos do nosso tempo, de um traçar de uma cartografia das tonalidades políticas, sociais e afectivas que nos governam”, e “ajudar a perceber as transformações, as inflexões e as linhas de fuga que ocorrem em vários planos da nossa realidade — é este o objectivo do primeiro módulo do Ciclo de Conferências “Crítica do Contemporâneo” 2008.
O Ciclo de Conferências “Crítica do Contemporâneo”, que decorre desde Março, traz à Palavra Os Políticos, projectivos na obra e no pensamento, gestores de incerteza na decisão e, porque capazes de análise orgânica da contingência na contingência, sujeitos da história, porventura da cultura. Sobretudo Políticos reconhecidos neste papel e conscientes do mesmo, capazes de uma reflexão crítica sobre a realidade social, cultural e política, forjada numa sólida cultura e numa praxis exigente. Os conferencistas convidados têm obra de referência, evocada, citada e discutida, onde se confronta a contingência dos acontecimentos do nosso tempo, procurando traçar uma cartografia das tonalidades afectivas, políticas e sociais que nos governam e ajudar a perceber as transformações, as inflexões e as linhas de fuga que ocorrem em vários planos da nossa realidade. Enraízam o seu pensamento nos acontecimentos do presente e na contingência do nosso tempo e definem uma actualidade.


09 ABR (Qua), 21h30FERNANDO HENRIQUE CARDOSO (Brasil)
"O mundo contemporâneo e a política nos próximos 20 anos"

30 ABR (Qua), 21h30MICHEL ROCARD (França)
"O mundo contemporâneo e a política nos próximos 20 anos"

07 MAI (Qua), 21h30FEDERICO MAYOR (Espanha)
"O mundo contemporâneo e a política nos próximos 20 anos"



agualeve @ 21:59

Ter, 08/04/08

Manuel Alvess é um artista pouco conhecido do grande público português, que tem em Serralves a primeira apresentação antológicaa da sua obra. Afastado de Portugal desde os anos 60, este artista tem vivido em Paris onde foi acolhido e admirado por outros artistas portugueses que aí residiam, como Lourdes Castro ou René Bertholo. As suas primeiras obras são telas vazias onde o desenho aparece através do uso de fechos éclair ou da abertura de buracos no tecido. Faz performances, produz projectos mail art e inventa um conjunto de objectos de medida não funcionais, como o seu elástico e flexível “seizimètre”. A suas obras têm um carácter de intervenção crítico nas referências estruturais e de referência à vida prática. A exposição é comissariada por João Fernandes e Sandra Guimarães. A ver no Museu de Serralves até 20 de Abril.


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