agualeve @ 20:43

Sab, 29/12/07

Pintura s/título, técnica mista s/tela
"É manhã na cidade anónima. O vento fechou a noite e o frio invade o teu corpo.
Fecho as mãos para cobrir o sonho e ficar contigo, diante dos dias. A cada instante procuro a tua voz que o rio despe e que me invade nesta luz que agora se levanta entre a multidão."

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agualeve @ 22:52

Ter, 25/12/07

O Caminho da "Água Leve" só existe como passagem, lugar onde alguém se descobre, sente e se dá, cria vida, marcas, interpreta sentimentos e desafia as dificuldades. A experiência do olhar próximo, da descoberta, do sentir, faz renascer a vontade de criar, construir pontes e não ficar indiferente à origem das coisas. No mundo real todas as coisas têm de ser conquistadas e ganham apenas aqueles que tentam mais vezes. Por isso quem quer o sucesso (de ser feliz), quer compromissos, luta, ambição, dificuldades e sabe que na descoberta aprende mais porque sabe que são as dificuldades que nos tornam fortes.

Da fonte que a rocha quebra ao mar que a abraça o caminho faz-se percorrendo. Com determinação, firmeza e olhar atento. Próximo está o mar, horizonte que a vontade alcança. Na descoberta há sinais de luz, acto criativo próximo, imaginação fértil e sabedoria de quem está disponível para aprender, partilhar e conseguir. Nos gestos a entrega de quem se dá a causas, na vontade o acto criativo irrepetível que se atreve a vencer. Só o ser humano pode criar e esse é um destino de vida de quem pode/ quer partilhar a verdade.



agualeve @ 22:18

Ter, 25/12/07

Pintura s/título, técnica mista s/tela
"Procuro na memória das palavras as cores e a fragância das fontes ocultas. Caminhos de respiração que o Sol tornou ágil na inquietude pura dos teus passos. Longe estão os gestos que inventei na procura de te celebrar."

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agualeve @ 20:12

Ter, 25/12/07

Pintura s/título, acrílico sobre tela
"Inventei a tua côr de luz púrpura nesta colina sobre o mar. Na música perene que o dia desperta, as manhãs são de respiração fria. Lá longe há vestígios de sombra e encontos de um primeiro olhar. Depois a nascente perene arrasta a montanha para que possa ouvir a chuva que desperta em ti."

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